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sábado, 11 de fevereiro de 2012

[CIÊNCIA] A milagrosa invenção da NASA que pode salvar milhões de vidas.


Como vocês sabem, não existem hospitais no espaço. O mais próximo é na Terra, e os astronautas não podem simplesmente pular para cá. Então o que acontece quando o sol libera uma radiação massiva enquanto um astronauta está no espaço?
A biocápsula da NASA – feita de nanotubos de carbono – vai poder diagnosticar e imediatamente tratar um astronauta mesmo que ele nem imagine ter um problema. Isso representa uma das maiores novidades na história da medicina, e vai funcionar na Terra também.
David Loftus é o homem que inventou a biocápsula e ganhou a patente do invento. Imagine isso: um astronauta está indo para Marte. A viagem de ida e volta vai levar de dois a três anos. Durante esse tempo, ele não terá acesso a um médico, e muito pode acontecer ao corpo humano no espaço.
Então, antes de embarcar, o astronauta recebe alguns implantes das biocápsulas da NASA. Uma pequena incisão é feita na pele, o que exige uma pequena cirurgia, com anestesia local e um ou dois pontos para fechar o corte. Após isso, ele está pronto para lidar com uma série de possíveis problemas – por conta própria.
Um dos principais problemas no espaço é a exposição a altos níveis de radiação. Os astronautas podem ser expostos aos “eventos de partículas solares”, que são liberações de intensa radiação do sol, e que podem danificar os ossos e destruir o sistema imunológico. Aí entra a cápsula: suas células percebem a radiação e imediatamente liberam medicinas para compensar o corpo.
Cada cápsula não funciona apenas uma vez. Elas podem liberar pequenas doses durante vários anos. Elas também são muito resistentes, e aparentemente não existe nenhuma enzima que possa quebrar suas nanoestruturas. Os poros permitem que os medicamentos passem pelas suas paredes, e quando ela se esvazia, a cápsula permanece no corpo, até que um médico a retire na Terra.
Enquanto o tratamento dos efeitos da radiação é o principal alvo da biocápsula da NASA, outras serão criadas para combater diferentes ameaças. Calor, exaustão e problemas de sono também são casos sérios em astronautas.
Utilidade terrestre


Em nosso planeta, o alvo número um é a diabetes – especificamente em pessoas que precisam de insulina. Com as cápsulas, pacientes com diabetes nunca mais precisariam tomar uma dose. Eles não precisariam nem se preocupar em checar os níveis sanguíneos.

Muitos diabéticos morrem durante o sono ou coma porque ficam muito tempo sem poder checar o sangue. As cápsulas iriam funcionar automaticamente, as pessoas estando acordadas ou não.
A segunda aplicação terrestre seria no tratamento do câncer (especialmente o de cérebro). Uma biocápsula implantada diretamente no tumor poderia liberar altas doses de quimioterapia diretamente na área necessitada – e isso reduziria muitos os efeitos colaterais em outras regiões do corpo.
Existem também aplicações na terapia genética. Algumas crianças nascem sem um gene, ou com um defeituoso. Como resultado, elas deixam de fabricar uma proteína. A biocápsula pode ser desenhada para implantar células que fabricam essa proteína. Ideias assim também poderiam ser usadas em pessoas que sofrem de alergias e podem entrar em choque anafilático.
Com todas essas aplicações (e existem mais), não é muito dizer que a biocápsula da NASA pode mudar a cara da medicina para sempre. Elas são baratas e extremamente simples de serem criadas. Os cientistas planejam começar testes com animais nesse ano e no próximo, para então passar para os humanos.

Fonte: Hypercience

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

[TECNOLOGIA,CIÊNCIA] Com apoio do Pentágono e da Darpa, físicos inventam máquina que oculta objetos no tempo.


Físicos apoiados pelo Pentágono anunciaram nesta quarta-feira que desenvolveram um sistema de "invisibilidade temporal" capaz de tornar um acontecimento indetectável durante uma ínfima fração de segundo. 


Este dispositivo experimental se inspirou nas pesquisas sobre a famosa "capa de invisibilidade" popularizada por Harry Potter. Mas ao invés de esconder um objeto no espaço, o esconde no tempo, segundo estudo publicado pela revista britânica Nature. 

"Nossos resultados representam um passo significativo para a obtenção de uma capa espaço-temporal completa", destaca o estudo, dirigido por Moti Fridman, da Universidade Cornell de Nova York. 

O avanço dos físicos explora o fato de que as frequências da luz se movem a velocidades ligeiramente diferentes. 

Essa capa de invisibilidade temporal começa com a difusão de um raio de luz verde por um cabo de fibra óptica. Este raio atravessa uma lente que o divide em duas frequências distintas: uma luz azul que se propaga um pouco mais rápido que o raio verde original e outra vermelha, ligeiramente mais lenta. 

A minúscula diferença da velocidade entre os dois raios obtidos é aumentada pela interposição de um obstáculo transparente. 

É criada, assim, uma espécie de "lacuna temporal" entre os raios vermelho e azul que viajam pela fibra ótica. 

Um intervalo pequeno, de apenas 50 milésimos de nanosegundos, é suficiente para intercalar uma descarga de laser de frequência diferente da luz que passa pela fibra ótica. 

Depois dessa descarga, os raios vermelhos e azuis sofrem um tratamento inverso: um novo obstáculo acelera o vermelho e desacelera o azul e uma lente reconstitui os dois feixes para produzir um único raio verde. 

Esse feixe de laser, de 40 milésimos de nanosegundos, não faz parte do fluxo de fótons da luz reconstituída e por isso é indetectável. 

O experimento se assemelha a uma passagem de nível que corta uma estrada muito movimentada, comentaram Robert Boyd e Zhimi Shi, engenheiros ópticos da também nova-iorquina Universidade de Rochester. 

Quando chega um trem, os carros param, o que provoca um "buraco" no fluxo de tráfego. Quando o trem passa, os veículos aceleram até alcançar os que os antecedem. Para um observador, o fluxo de circulação parece normal já que não há nenhuma prova da passagem do trem pelo cruzamento. 

A próxima etapa para os pesquisadores é ampliar este intervalo temporal que esconde o acontecimento, destacaram Boyd e Shi. 

Mas consideram que esta invisibilidade temporal poderia ter aplicações imediatas para garantir as comunicações porque o procedimento permite fracionar os sinais ópticos e fazê-los viajar a velocidades diferentes antes de reuni-las, o que dificulta muito a interceptação de dados. 

A pesquisa é financiada em parte pela DARPA, uma agência do Departamento de Defesa americano dedicada a desenvolver tecnologias futuristas que podem ter usos militares. 

Entre suas realizações está um sistema de transmissão de dados entre computadores criado no final dos anos 60 e considerado um predecessor da internet. 

"Hipotéticamente falando, se existisse uma maquina do tempo e este tipo de tecnologia estivesse sido aperfeiçoada, poderíamos então fazer viagens pelo tempo sem sermos detectados 
e sem auterar a linha do tempo. 

Pois se não existisse este tipo de camuflagem, só o fato de você se transportar para outra época já é mais do que suficiente para alterar a linha do tempo. Sendo assim, causando efeitos desastrosos no no seu "presente/futuro".

Fonte: Topgyn

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

[CINEMA] World War Z - Guerra mundial zumbi com Brad Pitt pode ser uma trilogia.

LA Times  publicou um perfil de Brad Pitt e mencionou seus atuais projetos. Um deles, World War Z, a adaptação ao cinema do livro de Max Brooks (Guia de Sobrevivência a Zumbis) World War Z: An Oral History of the Zombie War, está sendo trabalhado pela Paramount para ser uma trilogia, diz o jornal.
Já havia rumores sobre as alterações que o roteiro fez em relação ao livro. Segundo o jornal, o filme é "similar em espírito" a Contágio, com o protagonista, um oficial das Nações Unidas (Pitt), viajando desesperadamente ao redor do mundo em busca de uma cura para a infecção zumbi. (No livro, em forma de relato de guerra, o oficial conta sua história 10 anos depois da Guerra Mundial Zumbi.)


Ainda de acordo com o LA TimesWorld War Z pode ser descrito também como uma mistura de Jason Bourne com Walking Dead - com a ação realista e a correria dos filmes do primeiro, mesclados ao clima de apocalipse do segundo. Tanto o estúdio quanto o diretor Marc Forster (Quantum of Solace) acreditam que há potencial de blockbuster aí, e a ideia é estender a história ao longo de três filmes.


Trailer:



Mireille Enos (The Killing) faz a esposa do oficial e Anthony Mackie também está no elenco.World War Z estreia em 21 de dezembro.
Fonte: Omelete


quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

[CIÊNCIA] Cientista russo descobre a cura para velhice.


Um cientista russo diz ter resolvido o problema do envelhecimento e, em poucos anos o seu remédio estará à venda. 


O professor Vladimir Skulachev diz que conseguiu encontrar um anti-oxidante que impede a deterioração gradual da saúde causada pela idade.


Parece complicado e é certamente. Para Vladimir Skulachev é quase trabalho de uma vida. Dois anos de testes fazem o médico acreditar, que finalmente, desvendou o enigma do envelhecimento. Aparentemente, é tudo sobre como o oxigênio reage no corpo.

"99% do oxigênio do no corpo se transforma em água inofensiva, mas pelo menos 1% se transforma em um óxido que mais tarde se transforma em elementos muito venenosos", Vladimir Skulachev, Professor de Bioenergética, revela. "Então, a tarefa era encontrar um anti-oxidante que impede esse processo." 

E, portanto, de acordo com o professor, impediria as pessoas de envelhecerem. 



Ele tem trabalhado em seu tratamento por mais de 40 anos. A parte difícil do processo foi tentar prevenir quaisquer efeitos colaterais, observa. 

O ganhador do Prêmio Nobel Dr. Gunter Blobel, MD, Ph.D. da Universidade Rockefeller, acredita que as teorias Skulachev são muito realistas e totalmente possíveis. 

"Tem sido demonstrado que o dano oxidativo é enorme. Mas não temos um anti-oxidante, do tipo que Skulachev desenvolveu. Ele cunhou o termo bioenergética. Ele é claramente o melhor cientista do mundo bio-químico e bio-energético ", declarou Blobel. 

O composto já passou por testes em animais e os resultados parecem promissores. 

Milhares de pessoas estão na fila para participar nos testes clínicos, que apenas começaram. Mas, pode levar alguns anos antes da descoberta Dr Skulachev chegar as prateleiras de uma farmácia. 

Alguns já apelidaram de droga da juventude, o certo é que o tratamento deve ter um efeito sobre as doenças do envelhecimento e trazer com ele a perspectiva de uma maior e melhor qualidade de vida.

Fonte: RT/Com

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

[CIÊNCIA] Vacina para o câncer entra em último estágio de testes em Israel.


Pesquisadores do Centro Médico da Universidade de Hadassah, em Jerusalém, Israel, elevaram a vacina para o câncer ao estágio III. Conforme notícia publicada esta semana no PCWorld, caso o medicamento passe dessa fase de testes para comprovar sua eficiência, necessitaria apenas da aprovação de órgãos reguladores dos países que pretendem comercializá-lo. 


Chamada de ImMucin, a vacina é desenvolvida  pela Vaxil Bio Therapeutics, laboratório especializado em produtos científicos em fase de testes, que ainda não estão prontos para uso. O medicamento é um derivado sintético da proteína MUC1 e sua ação consiste em fortalecer o sistema imunológico, de forma que ele consiga combater as células cancerígenas. 

Ao receber a vacina, o paciente tem seu sistema de defesa estimulado. Assim, ele se torna capaz de encontrar as células problemáticas, algo que se torna impossível para um paciente com câncer, pois, no caso dessa doença, o problema se encontra dentro das próprias células do corpo. 

Durante a terceira fase de testes, a ImMucin será usada em centenas de pacientes. Caso sua eficiência seja comprovada, ela será enviada para órgãos de outros países responsáveis pela regulamentação de medicamentes, como a Anvisa no Brasil. Sendo aprovado e chegando ao mercado, ainda restam dois estágios de verificação para que a vacina possa ser usada em larga escala.

Fonte: Tecmundo

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

[CIÊNCIA] Nova descoberta põe em dúvida o motivo pelo qual a matéria existe.


O bom e já um pouco velho LHC (Large Hadron Collider, o famoso acelerador de partículas que está no subterrâneo da fronteira Franco-Suíça e faz simulações físicas de como o universo teria surgido) continua levantando teorias. A mais recente põe em dúvida, simplesmente, o motivo pelo qual tudo existe! 


Aparentemente, uma nova descoberta viola uma lei física que comprova a existência de matéria no universo. 


A história começa quando os cientistas da Organização Europeia de Pesquisas Nucleares (CERN, na sigla em inglês) resolveram analisar a fundo a partícula quark-b (nome dado a partir de uma configuração que leva em conta a carga elétrica e outras características da partícula), que é um dos seis tipos de quark conhecidos. Observando a partícula, eles notaram a ausência de uma anti-partícula, simétrica, ligada ao quark-b.


Isso é uma grave contestação a uma lei física que explica o surgimento das coisas. Segundo tal teoria, a grosso modo, toda a matéria existente no universo tem um vestígio de anti-matéria equivalente, e ambas ? matéria e anti-matéria ? existiam em quantidades iguais quando houve o Big Bang. Na teoria, matéria e anti-matéria deveriam eliminar-se mutuamente, deixando apenas o vazio e nenhum universo, mas de algum modo a matéria prevaleceu.


A "junção" do quark-b com a sua anti-matéria (o antiquark-b) forma o méson-B. O méson-B, fisicamente, tende a decair para outras partículas, e por alguma razão ele tende a decair para matéria, e não anti-matéria. Isso foi comprovado por um estudo no ano passado, e legitima a teoria da simetria entre matéria e anti-matéria. Mas a descoberta feita agora mostra algo diferente: não há qualquer tendência de decaimento para a matéria, ou seja, essa simetria pode não existir.


A descoberta cria um problema para várias outras teorias sobre o surgimento do universo, todas amparadas pela tese da simetria. Para evitar conclusões precipitadas, no entanto, os cientistas do CERN pretendem fazer testes com outras partículas nucleares. O erro, segundo eles, pode estar na análise de alguma condição relacionada ao quark-b. Isso significa que a teoria da simetria entre matéria e anti-matéria não está descartada por completo.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

[CIÊNCIA] Cientistas brasileiros criam vacina para câncer com protozoário da Doença de Chagas.

Versão atenuada do 'T. cruzi' foi modificada geneticamente para produzir molécula igual à do tumor e fazer o sistema imunológico atacar o câncer.

Trypanosoma cruzi, protozoário causador da Doença de Chagas: arma 
inesperada contra o câncer 
Descoberto em 1909, o parasita Trypanosoma cruzi é o causador da doença de Chagas, que afeta entre 12 e 14 milhões de pessoas na América Latina. O autor da descoberta, o sanitarista Carlos Chagas, foi indicado duas vezes ao prêmio Nobel pela importância do achado. Agora, 100 anos depois, o parasita pode proporcionar outra importante descoberta: cientistas da Universidade Federal de Minas Gerais estão usando o parasita para criar uma vacina contra o câncer. 

A pesquisa brasileira já apresentou resultados satisfatórios em testes com ratos e acaba de ser publicada na edição desta semana da revista americana PNAS (Proceedings of the Nacional Academy of Sciences), o que deve atrair financiamento para a continuação do trabalho e futuros testes em seres humanos. 

Os pesquisadores fizeram uma modificação genética em uma cepa atenuada (incapaz de desencadear a doença) do T. cruzi, fazendo com que o micro-organismo produzisse um certo antígeno igual ao que é fabricado pelas células do câncer de pele: o NY-ESO-1. À diferença do tumor, o T. cruzi produz uma resposta imunológica muito rápida no corpo. "Os anticorpos passam a atacá-lo e destruí-lo. Como ele contém esse antígeno produzido pelas células tumorais, o sistema imunológico entende que deve atacar e destruir as células com câncer", explica aosite de VEJA Ricardo Gazzinelli, coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Vacinas e orientador da tese de mestrado da cientista Caroline Junqueira na UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), onde o estudo foi desenvolvido. Como o protozoário costuma permanecer no corpo de forma crônica, a vacina pode ter efeito duradouro. 

O sucesso dos testes foi parcial no tratamento de camundongos já infectados com o câncer de pele, ou melanoma. Já as cobaias que receberam a vacina antes de os cientistas induzirem a formação do tumor não desenvolveram a doença. "O resultado foi muito promissor", afirma Gazzinelli. "Mas continuamos trabalhando para aumentar a taxa de sucesso nos casos de cobaias doentes." 

O T. cruzi modificado também foi testado em células humanas cancerígenas mantidas em laboratório e provou ser eficiente em paralisar o crescimento da doença e diminuir o tamanho do tumor em vários casos. Os pesquisadores acreditam que podem aumentar a abrangência da vacina inserindo mais de um tipo de antígeno, para combater mais tumores e não apenas o melanoma. 

Os próximos passos da pesquisa são os testes com cachorros. "Nos cães, vamos aplicar vacinas polivalentes, com quatro ou cinco antígenos. Esse é um passo importante na pesquisa", explica Gazzinelli. Com cinco antígenos, o pesquisador acredita que pode impedir a formação de 90% dos tipos de cânceres que afetam humanos. "Outro ponto importante é trabalhar para aumentar a segurança do tratamento. Apesar de não termos tido nenhum camundongo infectado com Chagas, essa é uma abordagem inédita e há uma resistência da comunidade científica em usar um protozoário que causa uma doença grave como fonte para uma vacina", completa. 

A possibilidade de se realizar testes em seres humanos ainda está distante, mas os pesquisadores estão otimistas e comemoraram a publicação do estudo na revista americana, uma das mais influentes do mundo. "Mostra que estamos no caminho certo e que o estudo foi feito com a seriedade necessária. Precisamos ter cautela neste momento, mas acredito que, se os resultados persistirem nos próximos testes, essa pode ser uma descoberta muito importante."

Fonte: Veja/Abril

sábado, 19 de novembro de 2011

[TECNOLOGIA, CIÊNCIA] Atrápalo procura voluntários para teste pioneiro de implantação de lembranças.


RECALL, RECALL, RECALL. O jingle clássico não sai da cabeça de quem viu “O Vingador do Futuro”. As férias que você sonhou implantadas em forma de memórias tão perfeitas, que seu cérebro não poderia notar a diferença.

Eis que surge ESTE VÍDEO!

A Atrápalo está procurando voluntários para um teste pioneiro de implantação de lembranças. Pode parecer uma loucura, ou pura ficção-científica. Mas e se for verdade? Quer mesmo deixar esta chance passar?

Você pode se apresentar para o teste clicando aqui.


Fonte: JovemNerd

terça-feira, 8 de novembro de 2011

[CIÊNCIA] Médico cria tratamento que transforma olhos castanhos em azuis.


Você sempre quis ter olhos azuis? Um médico californiano promete modificar a cor de quem tem olhos castanhos sem uso de lentes de contato.

A notícia foi divulgada pelo Dr. Gregg Homer, da Stroma Medical. Ele desenvolveu uma tecnologia chamada Lumineyes, que usa laser sintonizado em uma frequência específica capaz de transformar olhos castanhos em azuis.


Segundo o Dr. Gregg (direita), a energia do laser remove o pigmento marrom, ou melanina, a partir da camada superior da íris e o transforma em azul ao longo de 2 ou 3 semanas.

De acordo com o Daily Mail, esta seria uma alternativa para aqueles que queriam olhos mais claros, sem recorrer a lentes de contato cosméticas.

No entanto, o procedimento é irreversível, porque o tecido marrom não pode se regenerar.

Se tudo correr como planejado, o Dr. Gregg deve disponibilizar o procedimento fora dos EUA dentro de 18 meses. Neste momento, eles estão buscando verba para completar alguns testes clínicos.

Ah, o tratamento para mudança da cor dos olhos deve custar cerca de R$ 8400.



quarta-feira, 19 de outubro de 2011

[TECNOLOGIA, CIÊNCIA, UTILIDADE] Mito ou verdade: energia elétrica sem fio pode matar alguém?



Apesar de parecer futurista, a transferência de energia elétrica pelo ar não é uma novidade. Os primeiros experimentos com esse tipo de condução aconteceram há mais de 100 anos e foram realizados por ninguém menos do que Nikola Tesla, um dos inventores mais brilhantes que o mundo já teve.

Em 1899, Tesla construiu uma bobina com cerca de 40 metros de altura e, a partir dela, foi capaz de transmitir eletricidade pelo ar a uma distância de 40 quilômetros, fazendo com que 200 lâmpadas se acendessem por meio dessa carga wireless. Apesar dos muitos raios emitidos durante a experiência, ninguém se feriu.

Anteriormente, Tesla também conduziu experimentos que utilizavam uma técnica conhecida como indução eletromagnética, um fenômeno descoberto em 1831, por Michael Faraday. Essa é a técnica usada hoje em alguns produtos domésticos sem fio, como escovas elétricas e carregadores de celular por indução.

Mas como isso funciona?


Apesar de parecer futurista, a transferência de energia elétrica pelo ar não é uma novidade. Os primeiros experimentos com esse tipo de condução aconteceram há mais de 100 anos e foram realizados por ninguém menos do que Nikola Tesla, um dos inventores mais brilhantes que o mundo já teve.

Em 1899, Tesla construiu uma bobina com cerca de 40 metros de altura e, a partir dela, foi capaz de transmitir eletricidade pelo ar a uma distância de 40 quilômetros, fazendo com que 200 lâmpadas se acendessem por meio dessa carga wireless. Apesar dos muitos raios emitidos durante a experiência, ninguém se feriu.

Anteriormente, Tesla também conduziu experimentos que utilizavam uma técnica conhecida como indução eletromagnética, um fenômeno descoberto em 1831, por Michael Faraday. Essa é a técnica usada hoje em alguns produtos domésticos sem fio, como escovas elétricas e carregadores de celular por indução.


  
Campo magnético (B) ao redor do condutor por onde passa uma corrente elétrica (I) 
(Fonte da imagem: Wikipedia)

Mas o interessante é que, quando uma corrente elétrica passa por um condutor, ela acaba criando um campo magnético em volta desse meio. Se uma bússola é posicionada perto demais de uma corrente elétrica, por exemplo, ela acaba tendo a sua posição alterada.

E caso essa corrente elétrica seja alternada, como a que chega pelas tomadas de nossas casas, ela é capaz de criar um campo magnético oscilante, ou seja, que varia ao longo do tempo, como a própria corrente.

O contrário também é possível. Se um campo magnético oscilante age sobre um condutor, ele é capaz de gerar uma corrente elétrica. Essa interdependência entre a eletricidade e o magnetismo é o que chamamos de eletromagnetismo e serve de base para entendermos como funciona a indução eletromagnética.

Indução eletromagnética: a mágica acontece




Um anel ou uma bobina de material condutor, como o cobre, é uma estrutura muito eficiente para criar e capturar campos magnéticos. Se essa bobina é conectada a uma corrente alternada, ela é capaz de gerar um campo magnético oscilante próximo à sua extremidade.

Caso uma segunda bobina seja posicionada perto da primeira, ela é capaz de capturar parte daquele campo magnético e, por meio de sua oscilação, gerar uma corrente elétrica que pode ser usada para acender lâmpadas e carregar celulares.

Essa transferência de energia de uma bobina para outra, por meio do campo magnético, é o que chamamos de indução eletromagnética.




É por meio desse fenômeno que o PowerMat recarrega as baterias de aparelhos eletrônicos, por exemplo. Note, porém, que a indução eletromagnética funciona a distâncias muito curtas e, por isso, os gadgets precisam ficar em contato com a superfície do carregador wireless.

Mas essa barreira de proximidade já foi rompida. Atualmente, existem soluções capazes de fazer com que a energia elétrica atravesse uma sala toda, pelo ar, e chegue até a bobina receptora, ou seja, até algum dispositivo eletrônico.

Dessa forma, seria possível, por exemplo, fazer com que a bateria do celular começasse a ser recarregada automaticamente, assim que você entrasse em casa. Prático, não?

Tecnologia naturalmente segura


   
Com os avanços tecnológicos, o campo magnético passou a desviar de obstáculos 
(Fonte da imagem: WiTricity)

Como pudemos perceber, a transferência wireless de energia elétrica se baseia na manipulação de campos magnéticos. Eles existem naturalmente em nosso planeta e interagem de maneira muito fraca com o nosso organismo, não oferecendo qualquer risco à saúde. Além dos humanos, outros animais também se enquadram nessa regra, ou seja, os bichos de estimação estão a salvo.

Além disso, muita coisa mudou desde as experiências de Tesla. Em 2006, o professor de física Marin Soljačić, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, acendeu uma lâmpada de 60 Watts por meio da indução elétrica. Mas com um diferencial: as bobinas foram ajustadas para emitirem e receberem o campo magnético a uma determinada frequência. Isso faz com que o campo seja focado e desvie de tudo o que estiver pelo caminho, inclusive das pessoas.



Isso não só torna o processo mais eficiente, como também mais seguro. Atualmente, Soljačić possui uma empresa que fornece sistemas de energia elétrica wireless, a WiTricity, e é capaz de enviar até 3 mil Watts através de uma sala: carga suficiente para carregar a bateria de um carro elétrico na garagem, por exemplo.

Pelo visto, os cabos estão mesmo com os dias contados. Dentro de alguns anos, não precisaremos mais escondê-los atrás dos móveis.o oferecendo qualquer risco à saúde. Além dos humanos, outros animais também se enquadram nessa regra, ou seja, os bichos de estimação estão a salvo.

Além disso, muita coisa mudou desde as experiências de Tesla. Em 2006, o professor de física Marin Soljačić, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, acendeu uma lâmpada de 60 Watts por meio da indução elétrica. Mas com um diferencial: as bobinas foram ajustadas para emitirem e receberem o campo magnético a uma determinada frequência. Isso faz com que o campo seja focado e desvie de tudo o que estiver pelo caminho, inclusive das pessoas.

Fonte: Tecmundo

sábado, 15 de outubro de 2011

[TECNOLOGIA, CIÊNCIA] Sal de cozinha aumenta capacidade dos HDs.

Cientistas em Cingapura conseguiram provar que o sal é capaz de aumentar em até seis vezes a capacidade dos discos rígidos sem que seja necessário nenhum outro tipo de upgrade. 


Os cientistas da Agência para Ciência, Tecnologia e Pesquisa (A*STAR), em conjunto com a Universidade Nacional de Cingapura e com o Data Storage Institute descobriram que ao adicionar sal de cozinha comum em uma solução usada durante a criação dos discos rígidos, a capacidade de armazenamento é aumentada em até seis vezes.

Este avanço significa que drives com 1 TB de capacidade hoje poderão no futuro armazenar até 6 TB com o mesmo tamanho físico e formato.

O sal causa este aumento na capacidade por que ele força os bits a formarem padrões previsíveis e organizados no disco rígido.

O segredo está na solução salina. Usando um método de produção já existente, os cientistas descobriram que a adição do sal de cozinha produz nanoestruturas altamente definidas sem a necessidade do uso de equipamentos mais complexos e caros.

Este método baseado na solução salina foi inventado pelo Dr. Joel Yang quando ele estudou no Massachusetts Institute of Technology (MIT).

Dr. Yang, disse à AFP que esta solução oferece um alto contraste. Ela permite a visualização de estruturas que normalmente apareceriam borradas.


Embora este método ainda esteja em estágio de desenvolvimento, Dr. Yang acredita que ele será adotado pela indústria até 2016, quando as técnicas atuais para fabricação de discos rígidos atingirão seu limite.

Fonte: Baboo

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

[CIÊNCIA,TECNOLOGIA] Tetraplégico comanda braço artificial com o pensamento nos EUA.

Um tetraplégico conseguiu comandar um braço artificial usando um chip implantado no seu cérebro. Os testes foram feitos no centro médico da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos.


Paralisado após sofrer um acidente de moto há 7 anos, o norte-americano Tim Hemmes ficou emocionado ao conseguir "tocar" em alguém pela primeira vez desde que perdeu os movimentos. O braço é a tecnologia que chega mais perto de imitar o braço humano -- possui dedos que se dobram assim como os reais.    

O equipamento foi desenvolvido em um projeto de US$ 100 milhões, financiado pela agência de pesquisa do Pentágono. Apesar do avanço, os especialistas acreditam que ainda levará algum tempo até que a tecnologia e o método estejam disponíveis comercialmente.

Tim Hemmes controla o braço artificial por meio de chip implantado no cérebro. 


Tim interage com assistente durante o teste de controle da mão artificial.

Fonte: G1/Globo